O fim da dor

Atualizado: 21 de Ago de 2018

Ninguém, por mais esclarecido que seja, ousa contestar que a morte é a única certeza que o ser humano tem. No entanto, não se pode negar também a convicção de que pessoa alguma neste mundo está imune a sentir dor, seja ela alta, baixa, gorda, magra, rica, pobre, enfim, todos, sem exceção, já sentiram, estão sentindo ou irão sentir dores. A dor é algo que nasce conosco e, certamente, irá nos acompanhar por toda nossa vida. Felizmente, o avanço tecnológico tem impulsionado as ciências a, cada vez com mais precisão, criarem procedimentos médicos eficazes, bem como, produzirem medicamentos capazes de tratar a dor. Porém, embora tudo que existe hoje de mais moderno e eficiente consiga amenizar o sofrimento e, em muitos casos, até proporcione a cura da dor, nada poderá evitar que passemos novamente por outros tipos de dores, algumas até previsíveis, como a dor aguda pela perda de um ente querido, ou a angústia insistente de uma saudade ou, ainda, a aflição dilacerante causada pelas injustiças, perseguições ou preconceitos que certamente sofreremos.


Mas, Deus em Sua infinita bondade e misericórdia, nos deixou 66 livros que contêm receitas sagradas e milagrosas que “são vida para quem as acha e saúde para o corpo” (Provérbios 4.22).  É somente nas Escrituras onde encontraremos as informações adequadas ao paciente e a indicação do tratamento correto. Na sua composição, todos os capítulos são revestidos de liberação instantânea de verdade e justiça que se harmonizam, perfeitamente, com as propriedades sagradas e terapêuticas de cada versículo, que agem diretamente na principal causa de quase todas as dores: a enfermidade espiritual. Por isso, é ampla a ação esperada pelo uso contínuo das Escrituras, dentre elas, o aumento da imunidade espiritual (Daniel 1.8), a renovação da mente (Romanos 12.2), a restauração da alma (Salmo 23.3), o crescimento do amor (1 Tessalonicenses 3.12), o recebimento de um novo coração (Ezequiel 36.26) e a elevação acentuada dos níveis de gratidão (Salmo 92.1,2). A receita é segura e, portanto, não há contraindicação, nem limite das doses diárias a serem tomadas. Mas, como precaução, há um alerta sobre as reações adversas e os efeitos colaterais que se podem ter pelo modo de usar inadequado (2 Pedro 3.16) ou pela interrupção do seu uso, o que poderá, inclusive, levar a um agravamento progressivo da dor espiritual (Oséias 4.6).

E como advertência, encontramos a informação de que a Palavra de Deus, embora possua o melhor tratamento dado pela ação sobrenatural do Espírito Santo, agindo em nós e nos proporcionando uma elevação acentuada dos níveis de fé, paz e bom ânimo para seguirmos em frente, ainda assim, por vivermos num mundo caído, dominado pelo tenebroso vírus do pecado, não nos livrará das aflições do sofrimento (João 16.33).


No entanto, como tudo que o Senhor faz é perfeito e em Seu infinito amor por nós Ele, em essência, se doou a Si mesmo, inserindo em Sua Palavra uma milagrosa fórmula de esperança que contém o único e mais puro princípio ativo capaz de pôr fim a todas as dores. E ele está na química sagrada do sangue de Seu próprio Filho derramado na cruz. “Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53.5).


Jesus é a medida do amor de Deus por nós e o único remédio capaz de curar, definitivamente, todas as nossas dores: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21.4).


O fim da dor está ligado ao maior desejo do coração de todos os cristãos: a segunda vinda de Cristo e a Ressurreição, onde um mundo novo será anunciado e todos os resgatados do Senhor serão transformados (1 Coríntios 15.52) e “virão a Sião com júbilo, e perpétua alegria lhes coroará a cabeça; o regozijo e a alegria os alcançarão, e deles fugirão a dor e o gemido” (Isaías 51.11).


Mas, “Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai” (Mateus 24.36). Estejamos, pois, preparados para receber o verdadeiro Médico dos médicos, Rei dos reis e Príncipe da paz em toda a Sua glória. Jesus pode voltar a qualquer momento, porquanto “Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora” (Apocalipse 20.22). 


Que seja ainda hoje!

Vem, Senhor Jesus!


Amém! Aleluia!


Editorial de Walter Feliciano



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