Testemunhas da verdade

Atualizado: 27 de Out de 2018

As coisas não andam bem! Nossa sociedade aparentemente não parece estar com sua sanidade em dia. Valores que antes eram a base de uma sociedade estável e regrada não são mais o padrão. Agora, tudo parece estar desordenado, aquilo que era o certo, parece não mais ser tão certo. Nos perdemos no caminho da evolução do tempo, pois evoluímos tecnologicamente e em muitas outras áreas, porém, as pessoas continuam em uma “ladeira a baixo” quando o assunto é moralidade e bons costumes.  A sociedade está sem referência! Onde está ela? Quem a possui?


Se você tem assistido televisão nos últimos 10 anos pelo menos, deve ter percebido que muitas coisas mudaram. Muitas para o bem, é fato, porém algumas coisas mudaram para um ponto onde não se sabe ao certo onde vai dar. Vemos a grande evolução em tecnologia, construção civil, medicina, etc. Mas o que chama a atenção de forma gritante é a indecência, a moralidade distorcida, a estrutura familiar em ruína e a liberdade de se relativizar tudo.


O texto de Mateus 5.13-16, chama todos os crentes em Jesus a cumprirem duas coisas basicamente: ser sal da terra e luz do mundo.


“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido,

como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo.

Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; 

nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire,

mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.

Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens,

para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.”

(Mateus 5.13-16)


Sal da terra (versículo 13)

No mundo antigo, o sal tinha uma função primária de conservar. Quando somos chamados a ser sal da terra, Jesus tinha em mente algo extremamente importante ao usar esta metáfora. O Senhor convoca todos os crentes a serem aqueles que vão conservar, manter e zelar pela boa moral neste mundo podre, por meio de Sua Palavra. O Evangelho nos transforma não por um mero capricho, mas com um propósito real de sermos como nosso Salvador. E, ser sal é buscar fazer o bem quando devemos (Tiago 4.17). Isto implica em sermos referência do padrão de Deus neste mundo podre. O propósito do sal é evitar a deterioração, para isso, não podemos nos deteriorar como o mundo e nem nos parecermos com ele.


Luz do mundo (versículos 14-16)

Os cristãos são a luz do mundo, este mesmo, que está cercado por densa escuridão. Se você já teve a curiosidade de enquanto dirigia o carro na roça apagar os faróis para ver o que conseguiria enxergar, então você tem uma ideia do que é escuridão. Não é possível ver um palmo na frente do seu nariz. Assim é o mundo sem Jesus Cristo, cego em seu próprio entendimento. Contudo, o texto nos mostra que somos luz e devemos deixá-la brilhar e não a esconder. Podemos ser luz de muitas formas: mostrando o que Deus pensa sobre o valor da vida (Êxodo 20.13), agindo em prol dos injustiçados (Jó 36.6), amando ao próximo (Marcos 12.30-33), sendo honesto quando pedem para você agir desonestamente (Provérbios 13.5), proclamando as boas novas (Marcos 16.15) e muito mais. Pelas boas obras seremos reconhecidos como discípulos de Jesus.


Portanto, todos nós que amamos a Deus temos um papel importante na manutenção do mundo por meio da Palavra e das boas obras. A Bíblia nos apresenta o padrão, a boa medida que revela a perfeita vontade de Deus para todos. Esta que, por ação das boas obras, manifesta o caráter do Senhor Jesus, a Luz da Vida (João 8.12), por meio do seu povo, a igreja de Jesus.


Editorial de William Rubial



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